Primeira: Nunca se deve permanecer parado. Tem que estar em continuo movimento em toda a dimensão do campo.
Segunda: Tem que saber jogar quando não se tem a bola, e sobretudo se algum companheiro de equipa a tem (Dar apoios, fazer fintas, efectuar bloqueios, ocupar espaços vazios, etc...).
Terceira: Nunca deve deixar de observar a bola.
Quarta: O jogador deve ser generoso com os seus companheiros no momento de passar a bola. É preferível assistir um companheiro que falhar uma oportunidade clara de golo.
Quinta: Nunca deve dar uma bola como “perdida”.
Sexta: Todos os jogadores têm que defender atrás da linha imaginária horizontal que descreve a bola quando a equipa contrária ataca.
Sétima: Deve sempre colocar-se de forma a limitar a acção ofensiva do atacante e não deve entrar “de primeira” a roubar a bola, a não ser que a perna de apoio no solo do atacante, seja nesse momento aquele que domina (pé dominante nas execuções) a operação dos gestos técnicos.
Oitava: Os passes entre os colegas de equipa devem ser curtos e rasos para haver melhor controlo e tensos de forma a não serem interceptados. Os passes horizontais nunca devem ser executados na periferia da nossa área. Devem-se utilizar frequentemente os passes diagonais e verticais.
Nona: O último jogador (o que fecha) nunca joga bola individualmente face à falta de apoios, nem arrisca, pois se perde a bola pode originar o golo do adversário.
Décima: Deve ter paciência quando se iniciam jogadas, procurando jogar a bola entre todos os elementos da equipa. Sem “pressa” em finalizar as jogadas, devem-se executar os gestos técnicos com a maior velocidade e rapidez possível para a obtenção do golo. O tempo (segundos disponíveis) é precioso para a obtenção de remates à entrada da área adversária sobretudo quando existem erros defensivos.
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
“ no silencio da noite"
- Foi numa noite de luar,
- Que me senti levar,
- Foi então que tive em mente,
- Ser uma estrela cadente,
- Vaguear como duas almas apaixonadas,
- Juntas pelo universo,
- Libertar-me, destas amarras da vida,
- Sendo livre de voar pelo mundo,
- Sem parte definida,
- Sem local de chegada,
- Sem destino escolhido,
- Essa liberdade de viver,
- Apenas se compadece, com a vontade de oferecer.
- Por vezes, procuro-me no luar,
- Fascina-me o teu olhar,
- Pergunto-me, se estou a sonhar,
- Não sei !
- Sei apenas, que tenho sempre o luar,
- Para me acompanhar!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Asas pa voar...futsal para vencer!!!!!
Silêncio...
Não é paz, não é solidão, não é silêncio, não é medo. É dor. Es tu que me dóis, meu amor. És tu que me entras em cada ferida e escreves lá o teu nome a sangue. És tu que me entras em cada lágrima e me molhas o rosto com nectar de sal chorado. És tu. É por ti. Não é revolta, não é descontentamento, não é cobardia, não é fraqueza. Não é carência. És tu que me faltas, meu amor. És tu que me levas cada sopro e me fazes respirar sem ti. És tu que me levas cada pensamento para perto de ti. És tu. É para ti. .... Textos.... algumas palavras soltas..às vezes demagogicamente reais.talvez susceptiveis de incentivar sentimentos..emoções....reacções fisiológicas... emoções....opostos....uniões.... desejos... enfim... tudo o que se pode sentir com um momento ou com um som..com um olhar....tudo o que se possa imaginar....talvez certamente algo real ou irreal.... algo que se possa manter porque se quer ou porque se deve...ou pura e simplesmente porque se sente.... Sabemos o que queremos...sabemos o que desejamos..mas não poderemos sentir o que queremos ou quem queremos desejam e querem..... e isso pode criar um conflito interior..mas também a paz da descoberta...o deixar o barco seguir pela quietude do leito de um rio..lenta e tavez seguramente na certeza de a algum local iremos
Não é paz, não é solidão, não é silêncio, não é medo. É dor. Es tu que me dóis, meu amor. És tu que me entras em cada ferida e escreves lá o teu nome a sangue. És tu que me entras em cada lágrima e me molhas o rosto com nectar de sal chorado. És tu. É por ti. Não é revolta, não é descontentamento, não é cobardia, não é fraqueza. Não é carência. És tu que me faltas, meu amor. És tu que me levas cada sopro e me fazes respirar sem ti. És tu que me levas cada pensamento para perto de ti. És tu. É para ti. .... Textos.... algumas palavras soltas..às vezes demagogicamente reais.talvez susceptiveis de incentivar sentimentos..emoções....reacções fisiológicas... emoções....opostos....uniões.... desejos... enfim... tudo o que se pode sentir com um momento ou com um som..com um olhar....tudo o que se possa imaginar....talvez certamente algo real ou irreal.... algo que se possa manter porque se quer ou porque se deve...ou pura e simplesmente porque se sente.... Sabemos o que queremos...sabemos o que desejamos..mas não poderemos sentir o que queremos ou quem queremos desejam e querem..... e isso pode criar um conflito interior..mas também a paz da descoberta...o deixar o barco seguir pela quietude do leito de um rio..lenta e tavez seguramente na certeza de a algum local iremos
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