- Foi numa noite de luar,
- Que me senti levar,
- Foi então que tive em mente,
- Ser uma estrela cadente,
- Vaguear como duas almas apaixonadas,
- Juntas pelo universo,
- Libertar-me, destas amarras da vida,
- Sendo livre de voar pelo mundo,
- Sem parte definida,
- Sem local de chegada,
- Sem destino escolhido,
- Essa liberdade de viver,
- Apenas se compadece, com a vontade de oferecer.
- Por vezes, procuro-me no luar,
- Fascina-me o teu olhar,
- Pergunto-me, se estou a sonhar,
- Não sei !
- Sei apenas, que tenho sempre o luar,
- Para me acompanhar!
terça-feira, 24 de março de 2009
“ no silencio da noite"
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